sábado, 7 de fevereiro de 2009

Palíndromo

Vocês sabem não é: leia de frente pra trás e de trás pra frente...

A GRAMA É AMARGA.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Sem título II

Chove, ou não,
Esfria, ou não,
Escurece, ou não,
Não é o barroquismo
Que me faz sentir
A mente é um claro,
Um escuro, é todas as cores,
É terreno livre, virgem,
É assimilação, é um infinito
Pousado sobre os ombros
Das máquinas, das células,
Das moléculas
Um não ter limite
Que por si só se mostra,
Encurralado na massa
Cerebral, decide se chove, se esfria ou se escurece.
(set/08)

Sem título

Por que se afasta tão rápido
Um pensamento?
Qual a extensão do cérebro
Para escapar para tão longe
Uma idéia?
Quem é forte o bastante
Para arrastá-lo de volta?
O tempo o leva, eu sou
Mero instrumento de passagem,
De voz, de manifestação delas
Enquanto o som do roçar do lápis no papel
Agita-se ao meu redor
As idéias ficam presas, não
Fogem, se transmitem, se
Multiplicam, se eternizam.
(set/08)