"Ah! Se eu tivesse todos os pensamentos
Coerentes e verdadeiros
Houvesse a amplitude que houvesse
Eu saberia entendê-los
Ah! Como eu queria
Que todas as minhas lágrimas viessem a escorrer
Queria ter a luz de outrora
Para enlaçar a razão à dor dos olhos
Aceitar que, como um rio, como Lavoisier
Tudo muda, tudo se transforma
Queria aprisionar o presente no cárcere de minh’alma
Sentir, como os poetas
A flecha que perpassa a carne
E revigorado, dançar na alma dos outros"
(out.08)
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