quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A palavra mais bonita

"A palavra mais bonita que conheço é liberdade.
Gosto tanto dela que não sei qual seu tamanho real,
Quero muito que ela me acompanhe,
Vou colocá-la no bolso!
Sei que assim não poderei trocar de roupa, mas
E se eu não tiver outros bolsos¿
Talvez precise me trocar...
Vou pendurá-la no pescoço!
Desse jeito ela fica vulnerável, alguém pode arrancá-la (eu posso)
Ela não pode ficar acorrentada, é contra a sua natureza.
Conheci-a há pouco tempo, mas como ela me cativou!
Há alguns dias a vi num livro, outro dia numa conversa, outra vez num olhar.
Confesso que nunca a vi por completo
Só pude vê-la de relance, o pouco que vi me fez achá-la
Belíssima
Tão bela que não pode estar acompanhada.
Onde vivo só encontro fragmentos seus
E é tão generosa, deixou-me um pedacinho de si,
Disse-me que era o suficiente
Resolvi deixá-la em casa, pensei melhor,
Não queria perdê-la;
Enterrei-a na pele e a deixei ser como era: livre.
Há alguns minutos descobri que ela viajou por mim
E encontrou morada num lugar agitado, tempestuoso
Para os momentos de fúria e gozo.
Também encontrou um lugar claro com uma lâmpada problemática,
Ela gosta mesmo assim,
Para os momentos de imaginação e reflexão.
Sabe, quando a lâmpada queima, ela busca clarear o ambiente e abre meus olhos, e é quando a amo mais."
(jan\09)

3 comentários:

  1. Eu amo o que vc escreve! E esse seu poema tem muito a ver comigo, incrível!

    bjobjo flor o/

    ResponderExcluir
  2. Puxa vida, Dani, valeu mesmo! Depois quero entender por que tem a ver com você... Beijos, xD

    ResponderExcluir
  3. Faço questão de te explicar pessoalmente! :P

    ResponderExcluir