quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Sem título IV

"No largo céu um facho cai
Pude divisar dois mundos
É água que dos olhos sai
Como um poço advém do fundo

Na estrada, estava eu,
E imenso, como o firmamento.
Pouco exprimi do que é meu
Formava-se semelhante em mim, o tormento

Assim como a chuva em silêncio
Distante de mim, vislumbrava,
Notei que era só parte dum todo

O céu guardava a água como um rio
Sem querer ela vazava
Em mim sua forma era de choro."

(out\08)

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